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    AACJ - ASSOCIAÇÃO DOS ADEPTOS DA CULINÁRIA JAPONESA


    Restaurant Week: Hakken Cuisine

    O restaurante Hakken Cuisine (Rua Azevedo Soares, 541 - Vila Gomes Cardim/Tatuapé) participa da 8ª edição do Restaurant Week entre os dias 21 de março e 3 de abril com o cardápio promocional de jantar (R$ 39,90)

    O prato de entrada é o Tartar de salmão (Salmão picado com tomates, temperado com azeite e flor de sal). Opcionalmente pode-se escolher o Tempura de palmito com shisso (Palmito pupunha envolto em folha de shisso em fina massa)


    O prato principal pode ser o Teppan de anchova (Posta de anchova grelhada acompanhada de legumes) ou o Salmão nitsukê (Salmão cozido em molho de shoyu e gengibre)

    A sobremeda do cardápio Restaurant Week do Hakken é o Cheese cake de tofu(Cheese cake de queijo tofu com calda de frutas vermelhas) que pode ser substituído pela Palha de chocolate (Palha italiana acompanhado de sorvete)

    O Hakken Cuisine funciona de Terças à Quinta das 19 às 23h30 e Sexta à Sábado das 19 às 0h.

    O telefone é (11) 2268-2461 e o local tem capacidade para 75 pessoas.

    A garrafa de 350 ml de água Crystal Vip custa R$ 3,80 e a taça de vinho, R$ 19,00 a R$ 25,00



    Escrito por AACJ - BR às 15h43
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    Restaurant Week: Nozuki

    A São Paulo Restaurant Week realiza sua 8a. edição a partir de segunda (21/03/2011) e inclui, pela primeira vez, restaurantes de todo o Estado. Além dos 233 restaurantes da capital paulista, há participantes de Campinas, São Bernardo do Campo, Santo André, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Santos, Barueri, Guarujá e Embu das Artes.

    Um dos estabelecimentos que participa do evento, com cardápio de almoço (R$ 29,90) e jantar (R$ 39,90) é o Nozuki (Rua Tupi, 786 - Santa Cecília, São Paulo-SP)

    Como entrada, o Nozuki serve Pastel de Shimeji com camarão, Enrolado de prego com salmão e alho poró e Hot Roll Nozuki (cream cheese com salmão)

    O prato principal do Nozuki do Restaurant Week é o Combinado Sushi e Sashimi, composto por 9 sashimis (atum, salmão e peixe branco), 3 Niguiri sushis (atum, salmão e peixe branco), 1 Gunka Jo Nozuki e 1 Sushi Tobiko (ovas de peixe voador)

    A sobremesa que completa a refeição do Restaurant Week no Nozuki é a Banana crocante com sorvete ou sorvetes diversos.

    O couvert no Nozuki é de R$ 5,00, a água custa R$ 3,80 (São Lourenço, 300 ml) e o vinho em taça sai por R$ 10,00 a R$ 15,00.

    O local tem 80 lugares e o telefone é 3666-3610. Horários: Seg à Quin - 12 às 15hs e 19 às 23hs , Sex - 12 às 15hs e 19 às 0hs , Sáb - 19 à 0hs



    Escrito por AACJ - BR às 19h09
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    Tsuyoshi Murakami no Estrelas

    O renomado chef Tsuyoshi Murakami, do Kinoshita, foi uma das atrações do programa Estrelas, apresentado por Angélica neste sábado (19/03). Murakami preparou alguns sashimis com peixes da época e deu algumas dicas de etiqueta ao degustar a culinária japonesa.



    Escrito por AACJ - BR às 18h03
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    Kinoshita comemora 3 anos com menu assinado por Toshio Kinoshita e Tsuyoshi Murakami

    Entre os dias 18 e 28 de fevereiro, o restaurante Kinoshita e o chef Tsuyoshi Murakami abrem as portas para receber Toshio Kinoshita, seu sogro e ex-proprietário da casa, que está completando três anos.

    A dupla de chefs elaborou um menu comemorativo com 11 pratos harmonizados com champagne Krug Grand Cuvée: Para a entrada, será servido o Aguedashi Dôfu (tofu frito com mini quiabo e shiitake ao caldo de dashi e momiji oroshi) e o Shigui Yaki (berinjela grelhada servida com molho de missô apimentado). Em seguida, a dupla de chefs apresenta o Osuimono (caldo quente à base de dashi, servido com shiitake fresco, enguia e mitsuba, erva aromática japonesa).

    Os tsukuri, ou pratos frios, são os sashimis de atum, vieira e peixe branco e o Wagyu Tataki (fatias de Wagyu selado, servidas com molho especial). Logo depois, será servido o Hirame Ankake (linguado ao molho cremoso, com champignons e shiitake), tempurás de shiitake, nasubi e shissô, e sunomono de aspargos ao molho de umeboshi.

    Logo após, Murakami e Kinoshita oferecem o Sekihan (arroz moti cozido no vapor, servido com tsukemono e missoshiro com mariscos) e o Cha Zaru Soba (macarrão de trigo sarraceno, servido gelado com chá verde). A sobremesa é o tradicional Anmitsu (doce de feijão japonês, servido com frutas e sorvete de creme).

    Kinoshita

    Endereço: Rua Jacques Félix, 405 - Vila Nova Conceição - São Paulo - SP
    Telefone: (11) 3849-6940
    Horário: De segunda a sexta-feira: das 12h às 15h e 19h às 24h.
    Lotação: 50
    Preço dos pratos do Evento: R$988,00
    Site Oficial: http://www.restaurantekinoshita.com.br/

    Fontes: site baressp, guia da folha, VEJASP



    Escrito por AACJ - BR às 08h25
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    Restaurant Week 2011



    Escrito por AACJ - BR às 20h45
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    Coleção Sonho Oriental Caras

    A Revista Caras lança no dia 09/02 a Coleção Sonho Oriental. Serão 42 peças de mesa desenhadas pelo consagrado estilista e designer Kenzo Takada, que utilizou como tema o ideograma japonês de "Sonho".

    As peças são fabricadas com diferentes materiais (cerâmica, melamina, bambu, metal e aço inox), na cor preta. A primeira peça é o Big Bowl com hashi, que será entregue junto com a revista Caras. Algumas peças especiais (as facas, por exemplo) serão trocadas por vale-brindes que serão encartados na revista.

    As peças são: 1 big bowl com hashi, 2 bowls de arroz, 2 copos de chá, 1 prato para sushi e sashimi, 1 garrafa imperial de sake, 2 copos de sake, 2 pires para shoyu, 2 colheres asiáticas, 2 lugares americanos, 1 pote para shoyu, 2 descansos de hashi, 2 pratos com cabo para molho, 2 pares de hashi, 1 prato com divisória, 2 bowls com tampa, 2 suportes para toalha, 1 prato Osara, 2 bowls para molho, 2 pratos Kosara redondos, 1 chaleira Chabin, 1 caixa para chá, 1 prato Nasu, 2 pratos Kosara quadrados, 1 barco Fune, 1 faca Deba Botyo, 1 faca de legumes, 1 faca de sashimi e 1 livro de receitas.

    A última peça estará nas bancas em janeiro de 2012.



    Escrito por AACJ - BR às 18h09
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    Sabores de Tóquio - Parte III

    Para visitar o bar em Tóquio, dificilmente a gente tem uma roupa adequada. Mas não precisa se preocupar. Logo na entrada, recebe o traje oficial: roupa para entrar numa fria. Casaco bem grosso e de material que isola o frio. Luvas e botas de neve.

    É como entrar num iglu, ou então, dentro de um cubo de gelo. Se os esquimós têm bar, deve ser assim.

    A decoração é feita de esculturas de gelo. As rachaduras nos blocos formam desenhos como se fossem obras de arte esculpidas pelo acaso durante o congelamento da água.

    Até o balcão e os copos são feitos de gelo. Para contrastar, as bebidas servidas ali são bem coloridas.

    Conforme a gente vai bebendo, o copo vai derretendo e deixando sempre a bebida na temperatura ideal. Outra vantagem é que não precisa lavar o copo depois. Ele é 100% descartável.

    Aos poucos, o gelo se desmancha. Por isso, o bar inteiro precisa ser refeito a cada seis meses. Inclusive os móveis, as mesas, os bancos. O bar tem bancos feitos, naturalmente, de gelo. São cobertos por peles que não servem para muita coisa, porque o banco é muito gelado.

    O bar faz parte de uma rede de hotéis, que já brilharam no cinema. No filme 007, Um Novo Dia Para Morrer, o agente James Bond se diverte no bar do hotel e, depois, claro põe tudo abaixo.

    O gelo vem de longe, da Suécia, onde existe uma fábrica que produz paredes, móveis e também os copos. Tudo retirado das geleiras do país, ou seja, o bar é esculpido na Suécia, desmontado, enviado para o Japão e montado de novo.

    Já imaginou trabalhar aqui? A atendente do bar diz que os funcionários tem que se revezar. Ficam no máximo uma hora, senão as pontas dos dedos dos pés congelam.

    E tem muita gente que gosta de encarar essa fria. Afinal, como diz a japonesa, “é muito diferente e legal, apesar de estar sentindo um frio danado". O gerente explica que os clientes ficam em média meia hora. "O recorde foi de um homem que ficou quatro horas, mas ele entrava e saia o tempo todo".



    Escrito por AACJ - BR às 10h22
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    Sabores de Tóquio - Parte II

    Pensa que é fácil? Dá um trabalho danado ter esse "corpinho elegante". Desde criança, eles passam horas treinando, vivem uma rígida disciplina para se tornarem campeões de sumô, ídolos no Japão e que ganham muito bem.

    E se eles ficam desse tamanho é porque a comida deve ser boa! Para descobrir como eles mantêm essa silhueta, nós visitamos um restaurante de Tóquio que serve comida de lutador de sumô.

    A tradição vem de longe. O restaurante foi criado por Yoshibayama Junnosuke, campeão da categoria em 1954. No prédio, funcionava mesmo uma academia de sumô. O ringue circular onde os lutadores treinavam foi preservado.

    O chanko-nabe é o prato que faz parte da refeição diária dos lutadores de sumô. O nome  basicamente significa uma mistura. São 17 ingredientes. Tem camarão, peixe, ostra, frango, porco, bolinho de peixe...

    Esse "sopão" é cozido na mesa, na frente do freguês. Depois de alguns minutos, está pronto. O chanko-nabe é um prato comunitário, para ser dividido com outras pessoas. E fica bem gostoso, lembra uma sopa ou um cozido.

    O gerente do restaurante diz que a comida na verdade não é muito calórica, já que tem pouco carboidrato e gordura. O chanko-nabe tem muita proteína para fortalecer os músculos. Os lutadores ficam gordos porque comem muito todos os dias e, no almoço, são liberados para tomar cerveja e saquê.

    Muitos fregueses fazem questão de seguir o, digamos assim, "treinamento" à risca: depois de vários copos... Está todo mundo feliz da vida e sem medo de engordar.

    E para que se sintam como lutadores, artistas mostram músicas cantadas nas academias. As letras falam da honra que é ser um lutador de sumô e dos benefícios do chanko-nabe, que, segundo os cantores, aumenta a força e a resistência de quem come.

    Kovalick conversou com um cliente que veio pela primeira vez e disse que gostou. Ele reconheceu que já está um pouco gordinho, mas vai se cuidar para não ficar como um lutador de sumô.

    Quando a gente não aguenta mais comer e pensa que acabou, ainda tem mais! O caldo da sopa é misturado com arroz e ovo batido. Uma mistura de todos os sabores do chanko-nabe.

    Claro que comer assim todos os dias não é uma dieta muito saudável. Os lutadores de sumô vivem em média 10 anos a menos do que o restante dos japoneses, mas, ao menos por um dia, a gente pode experimentar sem o risco de ver a nossa fotografia na parede do restaurante.
     



    Escrito por AACJ - BR às 10h22
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    Sabores de Tóquio - Parte I



    Escrito por AACJ - BR às 10h17
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    Nobu Matsuhisa no Altas Horas

    O apresentador Serginho Groisman entrevista Nobu Matsuhisa, um dos mais conhecidos chefs e difusores da culinária japonesa, dono de 23 restaurantes espalhados ao redor do mundo. Nobu implantou entre os cozinheiros de sua rede a filosofia Nobu: "Não admito cozinheiro sem ambição, prato sem alma nem gerente de cara feia. Alguns de meus funcionários estão comigo desde o começo. Eles são treinados para tentar transformar a ida ao restaurante numa experiência fora do comum. Sempre que isso acontece, o cliente volta."



    Escrito por AACJ - BR às 13h05
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    Japão empata com França em ranking gastronômico

    Os chefes japoneses precisam agradar a uma clientela exigente e sobreviver à concorrência. Nenhuma cidade do mundo tem tantos restaurantes, são 160 mil. E a quantidade produziu qualidade.

    Uma sugestão para quem topa viajar para bem longe: Tóquio, a capital que tem mais restaurantes três estrelas no guia Michelin - referência mundial para hotéis e gastronomia. Em 2010, o Japão conseguiu empatar com a França no ranking.

    Como um mágico, a mão é mais rápida do que a vista. Como um artista, só há satisfação diante da perfeição. Os chefes japoneses precisam agradar a uma clientela exigente e sobreviver à concorrência. Nenhuma cidade do mundo tem tantos restaurantes, são 160 mil. E a quantidade produziu qualidade.

    Os chefes dos melhores restaurantes japoneses não fazem questão nenhuma de aparecer em guias internacionais. Já têm uma clientela fixa e fiel. Para quem não fala japonês, é quase impossível fazer reservas ou mesmo achar o restaurante. Um deles, por exemplo, escondido atrás de um muro preto. Se não fosse esta placa em japonês, ninguém diria que aqui existe um restaurante. É uma dessas joias da gastronomia que aos poucos o mundo está descobrindo.

    Entrar no restaurante do chefe Ideki Ishikawa - três estrelas no guia Michelin - é como entrar na casa dele para uma jantar para o qual ele convidou poucos amigos. Ali só cabem oito pessoas no balcão. E há quatro pequenas salas privadas. Com poucos clientes, o chefe atende pessoalmente cada um deles.

    Aqui não escolhemos o que comer. É o chefe quem escolhe. Ela serviu fugu, que em português quer dizer baiacu: um peixe que se não for bem preparado mata quem come.

    Fugu é um simpático peixe, que costuma ser bem caro nos restaurantes japoneses. O gosto é semelhante ao de outros peixes brancos. A diferença é a expectativa. Só de saber que é perigoso já muda o sabor.

    Uma das principais características da cozinha japonesa é a escolha rigorosa dos ingredientes. Como um pedaço de badejo. Os pratos são servidos crus ou com poucos condimentos; precisam ser absolutamente frescos para preservar todo o sabor.

    Para conseguir isso também é necessário ter o arsenal adequado: o chefe tem mais de 20 facas, uma para cada tipo de peixe. Ele explica que, se usar a faca errada, a maioria dos clientes nem vai perceber, mas isso muda sutilmente o sabor do peixe. É uma falha. Mesmo pequena, é imperdoável.

    O que vem à mesa é uma linda sequência de pratos: elaborados como se fossem pequenas joias, deliciosas e surpreendentes.



    Escrito por AACJ - BR às 20h41
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    Prêmio Paladar 2010

    O Prêmio Paladar, do jornal O Estado de São Paulo, premia os Melhores Pratos servidos nos restaurantes de São Paulo em 9 categorias, baseado nas opiniões de 11 jurados especialistas no assunto.

    O Takoyaki (bolinho assado de polvo, acima) do bar Izakaya Issa (R. Br. de Iguape, 89 - Liberdade - Centro. Telefone: 3208-8819) teve 6 votos e ganhou o prêmio na categoria "Melhor Prato Oriental de Lá" (do Extremo Oriente).

    O prato segundo colocado entre os orientais foi o Nabeyaki Udon do restaurante Miyabi (Avenida Paulista, 854 - Consolação - São Paulo - SP Tel: (11) 3289-4708), que teve 3 votos. É um cozido à base de caldo de peixe misturado a shoyus claro e escuro, alga kombu e cogumelo shiitake seco. Nele, mergulham-se macarrão udon fresco trazido congelado do Japão, cogumelos, massa de peixe, cebolinha, frango, ovo e, por cima, um tempura de camarão.



    Escrito por AACJ - BR às 21h16
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    Cozinha do Mundo - Japão

    "A culinária japonesa estimula vários sentidos, da realização à hora de servir. Sua degustação é um momento zen, que acalma o coração e permite entrar em contato com uma energia específica." - Tsuyoshi Murakami, chef do Kinoshita, no prefácio do livro Cozinha do Mundo - Japão

    A Editora Abril está publicando em 20 volumes a coleção Cozinha do Mundo, reunindo receitas italianas, francesas, portuguesas, enfim, de várias escolas culinárias ao redor do mundo, com fotografias caprichadas, dicas de preparo e sugestões de vinho para cada prato.

    O volume 18 da coleção traz o assunto do nosso blog, a Culinária Japonesa. Por R$ 15,90 você adquire nas bancas 61 receitas de pratos populares da cozinha nipônica, como guioza, missoshiru, sashimi, shabushabu, tempura misto, musse de chá verde, além de curiosidades sobre as bebidas tradicionais, como o saquê, o shochu, o umeshu e o awamori.

    As páginas finais trazem ainda um mini dicionário de ingredientes, um glossário de expressões culinárias utilizadas no livro e uma tabela de pesos e medidas.

    Boa leitura.



    Escrito por AACJ - BR às 17h39
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    Hashis Harry Potter

    A Kotobukiya, empresa japonesa especializada em brinquedos colecionáveis  acaba de lançar os Hashis Harry Potter, que imitam as varinhas mágicas de Harry Potter, Hermione Granger e Rony Weasley, os protagonistas da série de filmes e livros criados pela britânica J.K. Rowling.

    Hashi Harry Potter

    Hashi Ron Weasley

    Hashi Hermione Granger

    Os hashis têm 22 cm de comprimento e serão comercializados a partir de abril de 2011. O preço do par de hashis deve variar em torno de 1000 yenes. O lançamento deve repetir o sucesso da série Lightsaber Chopsticks, também da Kotobukiya, baseada na série Star Wars, grande sucesso de vendas no mundo inteiro.



    Escrito por AACJ - BR às 15h41
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    Diga yuzú, não yúzu

    Por Cíntia Bertolino, estadao.com.br

    Se não tivesse uma personalidade tão marcante, o yuzu certamente viveria às voltas com intermináveis crises de identidade. E quem poderia condená-lo? Afinal, ele nasceu na China, há milhares de anos, mas encontrou uma recepção tão calorosa no Japão que lá fincou raízes, a ponto de fazer muita gente esquecer a ancestralidade chinesa.

    Conhecido como limão japonês, o yuzu não é exatamente um limão. É um cítrico da família do grapefruit, com suco menos ácido e menos abundante do que o nosso limão taiti - em solidariedade ao yuzu, vale lembrar que o taiti também não é limão, e sim uma lima ácida.

    E as particularidades do yuzu não param por aí. É uma fruta que, ao contrário de seus primos carnudos, teima em ostentar uma casca mais sedutora que a polpa. E, para uma fruta, vive uma suprema incoerência: tem aroma (cortesia dos óleos essenciais da casca) mais reverenciado que seu sabor.

    'A fragrância do yuzu é muito particular. Não se assemelha a nenhum outro cítrico conhecido no Ocidente', escreveu Shizuo Tsuji na obra-referência Japanese Cooking - A Simple Art (Ed. Kodasha, 1980).

    Para os japoneses, yuzu não é apenas um produto importante, mas um símbolo da passagem do tempo e das mudanças de estação. 'É um ingrediente essencial da nossa cozinha. Intérprete perfeito das quatro estações do ano', explica o chef japonês Toshio Tanahashi, da Zecoow Culinary Institute, em Tóquio. 'No fim da primavera e início do verão, as flores brancas e pequenas são usadas para aromatizar caldos. No outono, quando está verde e sua casca ainda mais perfumada, também é usado. Quando amadurece, o fruto amarelo anuncia a chegada do inverno.'

    No Brasil. Fundamental para a culinária japonesa, o yuzu ainda é pouco conhecido e utilizado no País, principalmente porque é difícil de ser encontrado.

    Inconformado por não achar yuzu em São Paulo, o chef japonês Shin Koike começou a procurar entre os imigrantes japoneses alguém que pudesse cultivar o fruto. Tanto procurou que encontrou Oki Shinichi, agrônomo japonês que o ajudou a encontrar alguns pequenos produtores de yuzu.

    E isso foi antes de abrir o Aizomê, em 2007. 'Quando ainda tinha o A1, eu já usava yuzu', diz Shin, sobre o saudoso restaurante no subsolo do Center 3. O chef costuma comprar a fruta in natura, mas também usa pasta, casca desidratada, macerada com pimenta e suco de yuzu misturado ao shoyu, que, aí, se transforma em ponzu. 'É ótimo tanto em pratos frios, no sushi, no sashimi, como em pratos quentes como o chawanmushi', diz Shin.

    Por aqui, a colheita de yuzu acontece em maio. É nessa época que Alexandre Tatsuya Iida, da Adega de Sake, compra uma grande quantidade da fruta para ser processada e transformada em pasta. Há cerca de três anos a Adega de Sake vende a pasta de yuzu que abastece a colônia japonesa e restaurantes como o Aizomê (tel. 3251-5157) e o Kinoshita (tel. 3847-6940).

    'Este ano a casca não tinha um aspecto muito bom, então vendemos apenas 33 unidades in natura', conta Iida.

    Também foi só há três anos que o chef Tsuyoshi Murakami conseguiu colocar no cardápio do Kinoshita pratos com um de seus ingredientes favoritos. Antes disso, conta o chef, sem ter um fornecimento regular, ele dependia da família e de amigos vindos do Japão para matar a saudade do aroma peculiar de yuzu.

    'Na salada, com peixe e no arroz branco, yuzu é uma loucura', empolga-se Murakami. No Kinoshita, dá para sentir o aroma e o gostinho ácido do yuzu no sushi, no dashi da sopa de vieira, na deliciosa sobremesa yuzu manga ice e no uso intuitivo pelos chefs que atendem no balcão.

    Japão? Não, é em Itaquera mesmo

    O agrônomo japonês Oki Shinichi mantém um pedacinho do Japão no quintal de casa. É lá que ficam as mudas de yuzu que ele vende e ensina a cuidar (R$ 20 cada). No terraço bem cuidado, entre mudas de mirtilo já com frutos, ele também planta mitsuba, um tipo de erva-doce. Nascido em Hiroshima, Oki mora no Brasil desde 1961 e na última sexta-feira levou a reportagem do Paladar até Itaquera para ver de perto um pé de yuzu no quintal de Patrício Yoshio Yoshioka, que também cultiva limão de Okinawa. Para comprar mudas de yuzu, é só ligar para seu Oki (tel. 9510-6053). type="text/javascript">



    Escrito por AACJ - BR às 20h45
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