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     PERFIL: JUN SAKAMOTO
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     UTENSÍLIOS: CLIP NO HASHI
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     LIVRO: As Minhas Receitas Japonesas
     LIVRO: Sushi - Técnicas e Receitas
     MANGÁ: Gourmet


     
    AACJ - ASSOCIAÇÃO DOS ADEPTOS DA CULINÁRIA JAPONESA


    AACJ GALERIA: 3º Nikkey Matsuri

    Uma das atrações culinárias do 3º Nikkey Matsuri (além dos yakitoris, buracos negros, tempurás, raspadinhas de groselha e outras iguarias das barraquinhas) estava na ala do Consulado Geral do Japão em São Paulo. Tratava-se de reproduções em material cenográfico de pratos típicos japoneses, como os sakuramochis, o somen, o oden e o sukiyaki.

    Sakuramochis são bolinhos finos de arroz recheados com uma pasta doce de feijão azuki, envoltos em folhas de cerejeira conservadas em salmoura e comestíveis.

    O Somen é um macarrão de farinha de trigo, branco e bem fino, feito para ser comido frio mas que eventualmente também pode ser servido quente. O molho é à base de hondashi, um tempero pronto à base de peixe (bonito) seco e cebolinhas picadas.

    Oden é um ensopado muito popular e típico do inverno japonês que faz uso de ingredientes como konnyaku (espécie de gelatina feita de batata inhame),daikon (nabo japonês), tofu (queijo de soja), ovo, cenoura e pasta de peixe cozida na forma de chikuwa, temperada com katsuobushi e shoyu.

    O Sukiyaki é um cozido de carne, tofu, shitake (cogumelo grande e marrom), acelga, espinafre, cebola, cebolinha, moyashi (brotos de feijão), manteiga,  shimeji (cogumelo pequeno), shoyu, açúcar e saquê.

    Marcello Deliza, presidente da AACJ, esteve presente no 3º Nikkey Matsuri, evento promovido por 11 associações nipo-brasileiras da zona Norte da Grande São Paulo: A. C. E. Vila Nova Cachoeirinha, A. C. E. Tucuruvi, A. C. E. Okinawa Santa Maria, A. C. E. Campo Limpo, A. C. e A. Cachoeira, A. C. E. Edú Chaves, A. C. E. Santana, A. C. E. N. B. Imirim, Escola de Educação Infantil Heisei, Uehara Gakuen UCEG - União Cultural e Esportiva Guarulhense- com apoio da União Cultural e Esportiva São Paulo Norte, da Associação para a Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, Ikoi no Sono, Kibô no Iê, Yassuragui Home, Kodomo no Sono e parceria com a Subprefeitura Santana/Tucuruvi e Secretaria Municipal de Esportes.

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    Escrito por AACJ - BR às 21h32
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    AACJ EVENTO: 3º Nikkey Matsuri

    O Clube da Prefeitura do Jardim São Paulo promoverá nos dias 26 e 27 de abril em sua sede situada na Rua Viri, 425 (relativamente próximo da estação Jardim São Paulo do Metrô) das 10h as 18h o Nikkey Matsuri - Festival Japonês com apresentações de Taiko (tambores grandes), ninjutsu (arte ninja), yosakoi soran  (dança japonesa moderna), painéis fotográficos referentes ao centenário da imigração japonesa no Brasil, além de oficinas de origami, mangá, cerimônia do chá, ikebana e shodô (caligrafia), exposições de espada de samurai, além dos artistas convidados: os cantores Joe Hirata, Karen Ito e Maurício Miya.

    As barracas de comida oferecerão diversos pratos da culinária japonesa (adaptada às condições da feira), como temaki, sushi, udon, tempurá e yakisoba, entre outros.

    A entrada é gratuita.

    Mais informações: (11) 2994-1191

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    Escrito por AACJ - BR às 22h08
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    AACJ Vídeo: ESCOLHENDO O PEIXE

    Ignácio Ito, chef do badalado restaurante japonês Nakombi (Vila Olímpia e Pinheiros), ensina a selecionar o melhor atum, salmão, namorado e carapau para o preparo de sashimi e sushi.

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    Escrito por AACJ - BR às 16h45
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    AACJ UTENSÍLIOS: CLIP NO HASHI

    Acostumados a usar o garfo e a faca como talheres desde o século XVII depois de Cristo, os europeus difundiram estes instrumentos em sua história de expansão territorial e cultural ao redor do mundo.

    Enquanto isso, nos países orientais, os hashis já eram utilizados desde 2.500 antes de Cristo. Por isso, para muitos ocidentais, o uso do hashi é um desafio de habilidade manual que pode causar situações embaraçosas.
    Toda a culinária japonesa, inclusive o tamanho dos cortes dos alimentos, foi de certa forma desenvolvida para ser consumida por estes palitinhos.
    Muitos especialistas em gastronomia garantem que os alimentos japoneses ficam mais saborosos com a utilização correta dos hashis ao invés do garfo e da faca.

    Para contornar este problema, os ocidentais inventaram o “borrashi”, um improvisado elástico na ponta superior dos palitinhos que faziam o hashi funcionar como uma pinça.

    Por um lado, o “borrashi” resolveu o problema da “mecânica de transporte dos alimentos do prato até a boca” mas gerou alguns protestos dos mais tradicionalistas, que acharam uma falta de elegância e sofisticação a utilização de tais elásticos improvisados,

    Pensando em extrair a máxima satisfação dos consumidores da culinária oriental e não gerar polêmicas desnecessárias foi desenvolvido o CLIP NO HASHI.
    O CLIP NO HASHI é uma peça de plástico com design arrojado e moderno e que permite encaixar os hashis de modo a tornar fácil, firme e agradável a utilização dos hashis.

    Saiba mais sobre a AACJ - Associação dos Adeptos da Culinária Japonesa.

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    Escrito por AACJ - BR às 20h19
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    AACJ GALERIA: Curso Básico de Sushi e Sashimi 1997

    Fotos do Curso Básico de Sushi e Sashimi promovido pela AACJ- Associação dos Adeptos da Culinária Japonesa em abril de 1997. O curso, apostilado e voltado para a prática do preparo do sushi e do sashimi, era ministrado pelo campeão brasileiro de sushiman Eduardo Kenji.

    Marcello Giuseppe Deliza, idealizador da AACJ, abriu os trabalhos do curso falando sobre os benefícios da culinária japonesa, que fazem do Japão o país com o mais alto índice de longevidade do mundo.

    A sala de aula foi totalmente preparada para suprir as necessidades dos alunos, inclusive com um "kit" individual, que incluía avental personalizado, manaitá (tábua), tigela para arroz e para água, pano de prato, faca, makisu (esteira de bambu) e todos os ingredientes necessários para o preparo dos sushis e sashimis.

    Ao final das aulas, os alunos, em grande parte empresários e profissionais liberais de modo geral, eram convidados a saborear uma degustação oferecida pelo professor sushiman e pelo promotor do evento, Marcello Giuseppe Deliza.

    Os sushis e sashimis produzidos pelos alunos eram levados para suas casas. A apostila era recheada de informações, como instruções de preparo, escolha dos ingredientes, tipos de sushi e endereços de locais para a compra dos produtos japoneses e dos peixes e frutos do mar.

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    Escrito por AACJ - BR às 20h56
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    AACJ CURIOSIDADES:

    No filme Karatê Kid, o Mestre Miyagi ensinava uma técnica de artes marciais para seu discípulo Daniel-San usando hashis para pegar moscas no ar.

     

    Hashis são os palitinhos usados como talheres pelos orientais para pegar alimentos. Esses palitinhos são usualmente feitos de madeira, mas também podem ser de bambu, marfim, metal ou plástico.

     

    O uso apropriado do hashi é fundamental dentro das regras de etiqueta japonesa:

     

    - nunca cruze o hashi;

    - por mais saborosa que a comida esteja, é um erro grave chupar ou lamber os hashis;

    - segure o hashi perto da parte final e não no meio ou no começo;

    - nunca pegue a comida na posição vertical e sim pelas laterais;

    - quando não estiver usando o hashi ou quando tiver terminado de comer, não coloque os palitinhos deitados sobre as tigelas. Coloque-o na sua frente, com a ponta virada para esquerda, em cima do hashi-oki (porta-hashi), ou na embalagem de papel, se for possível.

    - não espete o hashi na comida. É considerada uma gafe. É costume no Japão, espetar o hashi em um pote de arroz e conduzi-lo do velório ao cemitério.

    - não passe comida do seu hashi diretamente para o hashi de outra pessoa. Apenas ossos da cremação em funerais são passados dessa maneira.

    - é falta de educação escolher comida e apontar pessoas e objetos com o hashi

    - não movimente pratos ou tigelas com o hashi.

    - o correto é segurar o hashi com a mão direita e usar a esquerda para levantar as tigelas de arroz e de sopa para comer.

    - quando houver pratos que serão degustados por todos, terá um talher ou hashi para cada prato e você irá utilizá-lo para se servir.

    - garfo e faca são usados apenas para pratos ocidentais. Colheres às vezes são utilizadas em pratos japoneses que apresentam uma certa dificuldade de serem consumidos com o hashi, por exemplo, alguns donburi ou kare raisu. A colher chinesa de cerâmica ocasionalmente é usada para sopas.

    Estima-se que cada pessoa no Japão joga fora cerca de 200 waribashis (hashis descartáveis) por ano. Antigamente, os hashis eram feitos com os restos de madeira sem utilidade. Hoje, porém, 96% dos materiais são importados e por isso o produto passou a ser visto como um causador do desmatamento. Na China, por exemplo, o Greenpeace calcula que 25 milhões de árvores são derrubadas por ano apenas para atender à demanda de 45 bilhões de pares de pauzinhos descartáveis produzidos anualmente.

     

    Preocupados com essa situação, consumidores japoneses passaram a recusar os palitinhos descartáveis nos restaurantes e a carregar seus próprios hashis para utilizar na rua.

     

    Os adeptos desta idéia fundaram até um grupo, o My Hashi Club, que conta atualmente com algo em torno de 1.414 membros e tem crescido exponencialmente, fazendo parcerias com bares e restaurantes.

    Fontes: Site da Aliança Cultural Brasil- Japão

    Jornal Nippo Brasil – edição de 26/03 a 01/04/2008 (artigo de Kunihiro Otsuka)

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    Escrito por AACJ - BR às 23h11
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    ASSOCIAÇÃO DOS ADEPTOS DA CULINÁRIA JAPONESA

    Criada há 12 anos pelo descendente de italianos Marcello Giuseppe Deliza, a Associação dos Adeptos da Culinária Japonesa - AACJ iniciou informalmente suas atividades a partir de reuniões promovidas por amigos que estavam interessados em descobrir os segredos de uma das culinárias mais sofisticadas, saudáveis e nutritivas do mundo.

    Foi em 1995 que Marcello inscreveu-se em um curso de sushi e sashimi e a partir daí nunca mais parou de se aprofundar no assunto, ficando encantado pela comida japonesa e se especializando cada vez mais na arte de fazer as iguarias.

    Fanático pela culinária japonesa e com habilidades de um sushiman, começou a ser convidado cada vez mais pelos amigos para fazer almoços e jantares e também  promover festas típicas japonesas. O hábito da degustação da comida japonesa entre amigos difundiu-se rapidamente e de maneira espontânea, e começaram a surgir solicitações para a realização de cursos rápidos para a difusão das técnicas da arte de fazer sushi e sashimi.

    No começo dos anos 90 ocorreu a "crise do salmão", deflagrada quando foi descoberta a contaminação do salmão cru pelo parasita do cólera Diphyllobothrium ssp. A freqüência dos restaurantes japoneses caiu 60%. Por outro lado, a ABCJ (Associação Brasileira de Culinária Japonesa), que até então tinha somente 60 estabelecimentos filiados, viu este número triplicar porque o fortalecimento desta entidade passou a ser a maneira de enfrentar a crise.

    A ABCJ articulou a importação e o transporte de salmão congelado com os Ministros da Pesca e da Agricultura, abastecendo o mercado (restaurantes conveniados) de produtos sem qualquer tipo de contaminação.

    Marcello Giuseppe Deliza, principal articulador dos encontros entre amigos em torno da culinária japonesa, interessou-se em filiar-se à ABCJ mas não obteve êxito, já que a entidade só aceitava filiados com perfil de pessoa jurídica. Foi aí que surgiu a idéia da formação da AACJ - Associação dos Adeptos da Culinária Japonesa, entidade a qual poderia se associar qualquer pessoa (física ou jurídica) desde que gostasse da culinária e/ou da cultura japonesa.

    Os cursos promovidos pela AACJ no final dos anos 90 eram realizados em São Paulo na sede da Associação Cultural e Assistencial Mie Kenjin do Brasil, na Vila Mariana e tinham como "sensei" (professor) o campeão nacional de Sushi da época (segundo a ABCJ), Eduardo Kenji e ensinavam técnicas básicas de preparo de pratos tradicionais como sushi e sashimi.

    O sucesso das iniciativas da AACJ, voltadas ao compartilhamento de experiências e técnicas culinárias orientais, expandiram-se pelo interior de São Paulo em cidades como Jacareí, Lençois Paulista e Campinas.

    Em julho de 1997, Marcello, o idealizador e criador da AACJ, mudou-se para Lima, no Peru, para prestar serviços de consultoria na sua àrea de atuação profissional (informática e saneamento), deixando a associação aqui no Brasil somente com a manutenção básica.

    Marcello teve então a oportunidade de conhecer os restaurantes japoneses situados no Peru, um país de grande tradição pesqueira e também grande pólo de imigrantes japoneses (é o segundo país com o maior número de japoneses depois do Brasil) e a levar também para o Peru a AACJ, criando a AACJ/Pe com cursos ministrados pelo renomado Chef Juan Cuestas (na época, sushiman do Makoto Sushi Bar de Lima).

    Foi com a expansão das atividades da AACJ para Lima no Peru e com perspectivas de trabalho na Argentina, Chile e Colômbia que Marcello teve a idéia de deixar a AACJ em cada um desses países criando a AACJ/AL – Associação dos Adeptos da Culinária Japonesa da América Latina. Um sonho que ainda não foi possível realizar.

     

    Em 2002, por motivos profissionais, Marcello retornou ao Brasil e em comemoração ao ano do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil pretende ativar a associação lançando oficialmente AACJ/Br. O início dos trabalhos foi a criação deste Blog, do Site e de uma estrutura adequada para suportar a demanda de trabalho prevista para a Associação.

     

    Em comemoração ao ano do Centenário o Sr. Marcello pretende lançar o projeto da primeira  ESCJ - Escola Superior de Culinária Japonesa no Brasil, com sede inicialmente em São Paulo e de caráter eminentemente profissional, com cursos de graduação de média e longa duração (ex.: Sushiman Chefe Internacional – Curso com 3 anos e meio de duração) .

     

     

    É com muita alegria que o Sr. Marcello retoma as atividades da AACJ/Br, esperando que cada vez mais reúna amigos e/ou adeptos em torno de uma culinária saudável.

     

    ENTRE EM CONTATO COM A AACJ ATRAVÉS DO E-MAIL marcello.aacj@bol.com.br



    Escrito por AACJ às 23h53
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