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     LIVRO: Sushi - Técnicas e Receitas
     MANGÁ: Gourmet


     
    AACJ - ASSOCIAÇÃO DOS ADEPTOS DA CULINÁRIA JAPONESA


    Dia do Sushi no Japão

    No dia 1º de novembro no Japão comemora-se o Dia do Sushi. Uma boa ocasião para relembrar a origem desta iguaria, que consiste em “arroz avinagrado com recheio ou cobertura de ovos, legumes, frutos do mar ou peixe, crus, cozidos ou marinados.

    É comido como lanche, como entrada ou prato principal e servido de várias maneiras, de cumbucas de arroz encimadas por pedaços de peixe e legumes ao sushi enrolado, pressionado e moldado à mão. Além de ter o atrativo de alimento saudável e delicioso, o sushi em geral é apresentado de maneira primorosa e artística ” (i)

    “Acredita-se que a forma arcaica do sushi surgiu no século VII, quando os japoneses utilizavam uma espécie de papa de arroz para conservar as fatias de peixe. “ (ii)

    “A cabeça e as vísceras eram retiradas, os filés do peixe cru eram salgados e acondicionados em um barril de madeira com camadas de arroz cozido entre eles. Com a fermentação natural do arroz, ocorria a liberação de ácido láctico, o que azedava o peixe e garantia sua conservação. O longo processo de armazenamento (de 1 a 3 anos) tornava o arroz impróprio para consumo e somente o peixe era aproveitado.” (iii)

     “O peixe conservado em arroz era enviado por sacerdotes budistas para a capital, Kyoto, como pagamento de impostos. “(i)

    “No final do século XVII, um novo tipo de sushi é criado na região de Osaka: o “Oshi zushi”. Numa caixa de madeira, o arroz de sushi e o peixe cru são colocados com um peso por cima para comprimi los. O sushi é cortado em pedaços retangulares. O estilo de sushi de Osaka ficou conhecido como estilo Kansai.” (iii)

     “Os séculos se passaram, e o processo foi se modificando. A versão mais próxima do sushi atual nasceu em Edo, a antiga cidade de Tokyo, em 1824. A vida agitada da região portuária fez com que Hanya Yohei tivesse uma idéia que revolucionaria a gastronomia de seu país. Surgia assim o primeiro “fast food” japonês: o sushi. Com o peixe fresco por cima de um bolinho de arroz avinagrado (shari) moldado com os dedos, ele criou um prato que poderia ser comido rapidamente pelos apressados estivadores, pescadores e funcionários do porto. Sua banca de comida fez sucesso e a iguaria foi batizada de Edomae-zushi “(ii)

    Em 1923, após a cidade de Tóquio ser atingida por um terremoto, muitos donos de quiosques alimentícios (Yatais) voltaram para suas regiões de origem e disseminaram a receita do sushi por todo o Japão.” (iii

    “A Segunda Guerra Mundial impulsionou a popularidade do nigiri sushi, o sushi feito à mão. O racionamento de alimentos impedia os locais que serviam sushi de funcionar normalmente. Quando as autoridades aliadas emitiram uma norma que permitia a troca de uma xícara de arroz por dez pedaços de nigiri sushi e um rolinho, não incluíram nenhum outro tipo de sushi.”(iii)

    A partir de 1980, nos Estados Unidos, difunde-se a idéia de que a cozinha japonesa, especialmente o sushi, é saudável, o que causou o chamado "sushi boom" por todo o mundo, com a abertura de sushi-bares, rodízios de sushi, utilização de robôs na sua produção etc.

    O sushi contemporâneo caracteriza-se pela oferta de novos tipos de sushi com a adoção de elementos culinários próprios de cada país, aliados à técnica e à inspiração dos sushimen. De acordo com o chef Carlos Watanabe, "o sushi contemporâneo, ou fusion, surgiu nos países cuja identidade gastronômica não estaria enraizada em culturas gastronômicas muito rígidas, permitindo experiências inusitadas, que aliam a cultura tradicional com a cultura local e suas diversas influências, atraindo cada vez mais pessoas de paladares ecléticos e ávidos por novas experiências". (iv)

    (i)          “Sushi – Técnicas e Receitas”, Kimiko Barber e Hiroki Takemura, Ed. Publifolha

    (ii)         “Desvendando o Sushi”, Cesar Hirasaki, Revista Made In Japan, Ed. JBC, ano 12, no. 144

    (iii)        “História e Origem do Sushi”, Fabrício Yutaka Fujikawa, site Cozinha Japonesa

    (iv)          “História do Sushi”, Wikipédia

     

    fotos: site http://sushiday.com



    Escrito por AACJ - BR às 16h42
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    Go Where - Gastronomia

    A revista bimestral Go'Where-Gastronomia, em sua edição no. 33, de outubro/novembro de 2009 (R$ 9,90), traz na matéria de capa os "Samurais da Alta Cozinha", sobre os mais badalados chefs da culinária japonesa de São Paulo. Para Norberto Busto, editor da revista, "Jun Sakamoto (à direita na foto da capa) faz o tipo taciturno, de poucos sorrisos e ainda menos palavras. Tsuyoshi Murakami (no centro), que viveu muitos anos no Rio, é o oposto: um gozador nato, sempre de sorriso escancarado. Entre os dois, o meio termo: Adriano Kanashiro é simpático, mas tímido".

    A matéria, assinada por Aroldo de Oliveira, intitula-se "Com a faca e o peixe na mão" e traça um breve perfil de cada um deles ilustrado com fotos de Mauro Hollanda, Raul Zito e Chico Max.



    Escrito por AACJ - BR às 18h55
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    Culinária Japonesa para Brasileiros

    Sinopse

    Mais do que um livro de receitas, este volume recém-lançado é um registro de variados pratos típicos de cada região do Japão com uma estudada adaptação para os ingredientes encontrados no Brasil.

    Um dupla curiosa de autores: Carlos Manoel Ribeiro, autor do projeto de pesquisa é um paraibano estudioso e apaixonado pela culinária japonesa enquanto Yoshi Matsumoto é um japonês de Nagasaki que naturalizou-se brasileiro, adotou Recife, onde abriu um restaurante de sucesso, como sua terra, e foi quem cedeu as receitas originais.

    O livro, que custa R$ 39,90, é ricamente ilustrado, e apresenta mais de 50 receitas de caldos e molhos básicos, pratos salgados, doces, frios e quentes, de diferentes graus de dificuldade e é indicado para quem busca novos sabores e deseja inovar na hora de cozinhar. A maioria dos pratos também traz sugestões de harmonização com saquê e vinho. A capa traz a foto do Yu-tofu, um cozido de tofu preparado com alga kombu, cebolinha, Nabo com pimenta dedo-de-moça, gengibre, shichimi-togarashi (pimenta vermelha) e shoyu.

    O livro traz imagens clicadas pelo fotógrafo Tadeu Brunelli, produção gráfica de Marcelo Katsuki (blog Comes e Bebes), apresentação de Jo Takahashi (Fundação Japão) e notas de aba e contra aba de Flávia de Gusmão (Jornal do Comércio) e Ricardo Castilho (Prazeres da Mesa). As receitas estão divididas por região do Japão: Hokkaido, Chubu, Chugoku, Kanto, Tohoku, Kansai ou Kinki, Shikoku, Okinawa e Kyushu e foram acrescentados de um índice de utensílios e um dicionário de palavras da gastronomia japonesa.

    Detalhes da Edição

    Título: Culinária Japonesa para Brasileiros
    Autor: Carlos Ribeiro, Masayoshi Matsumoto
    Editora: Publifolha
    Ano: 2009
    Idioma: Português

    Ficha Técnica

    ISBN: 978-85-7914-065-5
    Especificações: Brochura | 210 x 140 | 144 páginas
    Papel e impressão (miolo): Couché Fosco 115 g/m | 4x4
    Peso: 270g

    Leia também outro trabalho de pesquisa do chef Carlos Ribeiro, denominado "A Influência da gastronomia Nipo-Brasileira na Cidade de São Paulo" disponível para download.



    Escrito por AACJ - BR às 05h13
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    O Melhor Pastel de Feira de São Paulo

    A invenção do pastel, segundo o Guia dos Curiosos, pode ser atribuída aos chineses ou aos portugueses:

    Os delicados rolinhos chineses de primavera, embrulhados em massa de arroz, foram os precursores de nossos pastéis. Os jesuítas que acompanharam os navegadores portugueses ao Oriente, no início do milênio, trouxeram secretamente a receita. Nas caravelas de regresso, porém, eles mudaram os ingredientes e transformaram o aperitivo em doce feito com massa de ovos e recheio de amêndoas. Até hoje, em Portugal, pastelaria significa doceira. As monjas portuguesas é que deram o formato meia-lua para os pastéis.”

    Mas é inegável que em se tratando de pastel de feira, os japoneses são os grandes mestres.

    Para verificar esta “tese”, a Prefeitura de São Paulo promoveu o concurso de “O Melhor Pastel de Feira da Cidade”, que teve sua finalíssima hoje (26/10/09) na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu.

    Entre o dia 15 de setembro e o dia 4 de outubro, foram distribuídas urnas pelas 731 barracas de pastéis em 888 feiras de São Paulo com cédulas de votação em que o público devia atribuir uma nota de zero a dez para quesitos como higiene, atendimento, recheio, quantidade de gordura e sabor. Os pastéis que obtiveram as melhores notas foram selecionados para a final, que reuniria duas barracas de cada região administrativa da cidade.

    Nesta fase inicial, a barraca que teve a maior média foi a barraca Monte Castelo, com 9,71. Sob o comando de Akira Ota, e com 25 anos de tradição, a barraca Monte Castelo fica às terças na feira da rua Imperador, altura do número 394, na Vila Guilherme; às quartas, na rua Antenor Navarro, 414, no Jardim Brasil; às quintas, na av. Alberto Byington, 496, na Vila Maria; às sextas, na rua José Antônio da Silva, 1236, na Vila Sabrina; aos sábados na rua Araritaguaba, 454, na Vila Maria; e aos domingos na rua Benjamin Pereira, 521, no Jaçanã. A preocupação com os ingredientes de boa procedência e qualidade são uma marca da Monte Castelo, que no cardápio já menciona que utiliza Atum “Gomes da Costa”, Calabresa “Perdigão”, Azeite Extra Virgem “Carbonell”, Margarina “Doriana” (sabor Jabá com Jerimum), Queijo Branco “Frescal” (sabor Romeu e Julieta) e Brigadeiro “Nestlé” (sabor Chocolate).

    Para a grande final, além da votação popular foi instituído um Juri Técnico composto por 25 personalidades, entre proprietários de restaurantes, jornalistas, culinaristas e chefs.

    A grande vencedora do prêmio de 8 mil reais foi o Pastel da Maria, de Maria Kuniko, uma animada senhora de 57 anos de idade (e 30 de feira). O Pastel da Maria às terças fica na rua Capitão Manoel Novaes, no Jardim São Bento; às quartas e sextas, na rua Mendonça Drumond, 185, no Jardim Maringá; aos sábados na alameda Subtenente Francisco Hierro, 351, no Parque Novo Mundo; e aos domingos na avenida Mario Lopes Leão, 700, em Santo Amaro. A barraca se caracteriza pela presteza do atendimento, que em geral acaba “roubando a cena” das barracas concorrentes, que costumam ficar às moscas quando Maria e sua turma estão por perto.

    O segundo lugar na competição ficou com a barraca do Yamashiro, que recebeu R$ 2 mil. Yoshimassa Yamashiro veio do Japão e está no Brasil desde os 7 anos de idade e transformou o pastel de feira numa tradição de família. Prova disso é que outra finalista foi Viviane Yamashiro, filha de Yoshimassa. Às terças-feiras a barraca do pai fica na Avenida Jose Maria Witaker; 1121, no Planalto Paulista; às quartas-feiras na Avenida Bentevi, 104, em Moema; às quintas-feiras na Rua Campante, 81, na Vila Carioca; aos sábados na Avenida Diederichsen, 45, na Vila Guarani e aos domingos na Rua Carneiro da Cunha, no Bosque da Saúde. Já a barraca da filha às sextas fica na av. Engenheiro Luiz, na Aclimação; e aos domingos na av. Miguel Stéfano, no Jabaquara.

    A terceira colocação ficou com os Pastéis Gabi, que destacaram-se ao seguir à risca os quesitos de higiene, adequação da vestimenta, não utilização de bisnagas nos molhos e óleo sem espuma e ficaram com o prêmio de R$ 1.000,00. A Pastéis Gabi às terças fica na av. Pau D'arco Roxo, 220, na Cidade Pedro José Nunes; às quintas, na av. Borboleta Amarela, no Jardim São Martinho; às sextas, na av. Flamingo, 37, na Vila Curuçá Nova; aos sábados, na rua Anastácio Trancoso, no Jardim Nélia; e aos domingos na rua Benedito de Souza Borges, no Jardim Robru.



    Escrito por AACJ - BR às 19h40
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    Galeria: Japan Experience 2009

    Ao contrário do que aconteceu no sábado passado, quando a chuva em São Paulo acabou causando muitos transtornos - quem esteve autódromo de Interlagos assistindo aos treinos do GP Brasil de Fórmula 1 que o diga - o primeiro dia do Japan Experience 2009 foi de muito sol, garantindo o bom andamento do evento que está em sua quinta edição. O Japan Experience acontece no Parque da Juventude, um complexo cultural recreativo que mudou a paisagem da zona norte ao substituir a Casa de Detenção Carandiru por uma grande área verde, com esporte, lazer e turismo. A localização, ao lado da estação Carandiru do metrô é um facilitador para quem deseja conhecer e vivenciar um pouco da cultura japonesa.

    Os bonecos de fibra de vidro customizados por diferentes grafiteiros, arquitetos designers, decoradores, cartunistas e artistas de modo geral estão espalhados pelo Parque da Juventude e foram criados por Wilson Iguti para comemorar o centenário da Imigração Japonesa (2008). São exemplos de Toy Art, cujo conceito basicamente é o de um brinquedo feito em "tiragem limitada" para decorar, guardar, colecionar e ... não para brincar.

    No Japan Experience, como o nome sugere, o que vale não é somente contemplar, mas experimentar a cultura japonesa. No workshop de Aikidô, uma arte marcial criada no Japão em 1920, o visitante aprende o conceito do "caminho da harmonização da energia", o significado da palavra Aikidô. Já nos workshops de basebol e softbal, muito populares no Japão, são ensinados os fundamentos do esporte, e é incentivada a prática da modalidade especialmente às crianças. Já o golfe (por sinal, esporte tipicamente escocês) é representado por um projeto social denominado Tacada Cidadã, desenvolvido pelo Instituto Paulo Kobayashi em área no entorno da Represa de Guarapiranga que tem por objetivo formar jovens cidadãos por meio do golfe e da concientização sobre diversos temas ligados à responsabidade social e meio ambiente.

    A renda da Praça de Alimentação do Japan Experience será revertida para quatro entidades assistenciais: Ikoi-no-sono (atende idosos fragilizados de 80 a 90 anos), Kibô-no-iê (atende deficientes físicos e mentais), Kodomo-no-sono (atende excepcionais com problemas mentais) e Yassuragui Home (atende portaores de transtornos mentais). No cardápio, destaque para o Guioza (R$ 5,00 a porção com 5 unidades). Outras opções são o yakissoba, espetinhos, temakis, pastéis, tempurás e bolinhos variados.

    A decoração do prédio 2 ficou por conta de Ken Yamazato. Yamazato é um dos maiores especialistas mundiais em pipas, sendo reconhecido pelo Conselho Regional de Engenheiros e Arquitetos (CREA) como o primeiro engenheiro de pipas do Brasil. Desde 1991 o engenheiro mecânico aposentado Yamazato vive de oficinas, palestras e cursos sobre pipas e faz delas uma verdadeira aula prática de ciências, que junta conceitos de matemática e física com muita diversão.

    Kendi Yamai (acima, à direita) como ele mesmo na Abertura Oficial do Japan Experience ao lado de Issamu Kayama , presidente da Comissão de Jovens do Bukyo, que é a responsável pelo evento, e como Chekyn no Moon, personagem de Uma Escolinha Muito Louca, da Band.

    No palco principal, música para diferentes gostos: o Taiko do Ryukyu Koku Matsuri Daiko e do Yuushin Taiko, as músicas de animê da banda J-Squad e a pequena Karen Taira, campeã tibiko (infantil) de karaokê.

    No Japan Experience por R$ 1,00 você ganha uma mini-rede e pode tentar pescar um peixinho ornamental na piscina de plástico e levá-lo para sua casa.



    Escrito por AACJ - BR às 20h07
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    SOOSHI

    Parece, mas não é. O "Sooshi" é uma sobremesa neo-zelandesa que basicamente consiste num sorvete de frutas ou creme com pedaços desidratados de framboesa, limão, damasco e cassis embrulhado numa capa de maçã verde.



    Escrito por AACJ - BR às 21h12
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    PIADAS DE SUSHI

    Um japonês, um baiano e um loiro estavam trabalhando na construção de um edifício de 20 andares. Eles começaram a abrir suas marmitas para almoçar e o japonês disse, irritado: 
    - Sushi com sashimi de novo! Se eu abrir essa maldita marmita amanhã e encontrar sushi com sashimi me jogo desse prédio!

     
    O baiano abriu sua marmita e gritou:
    - Vatapá de novo! Se amanhã meu almoço também for vatapá, me jogo daqui!


    O loiro abriu a sua e disse:
    - Sardinha de novo! Não !!! Se meu sanduíche amanhã for de sardinha de novo, me jogo também!
     
    No dia seguinte o japonês abriu sua marmita, viu o sushi com sashimi e pulou para a morte. O baiano abriu sua marmita, viu o vatapá e pulou também. O loiro abriu o sanduíche, viu que era de sardinha e também se jogou do prédio.
     
    No enterro, a mulher do japonês chorava sem parar, dizendo '- Se eu soubesse o quanto ele estava cansado de comer sushi com sashimi, eu nunca mais teria posto na marmita dele!'.
     
    A mulher do baiano também chorava, '- Eu poderia ter feito acarajé ou cuscuz! Não percebi o quanto ele estava odiando comer o vatapá!'
     
    Todos se voltaram e olharam para a esposa do loiro:
    - Ei, nem adianta olharem prá mim, ele sempre preparou a sua marmita sozinho.

    A tira do sushi de polvo "cru até demais" foi extraída do site Entrevero na Web

    A piada do "homem loiro" foi extraída do site UOl Mais

    A fotomontagem "Encontrando Nemo" foi extraída do site The Panic Button



    Escrito por AACJ - BR às 19h58
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    FOTO RECEITA: SUNOMONO



    Escrito por AACJ - BR às 06h09
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    Japan Experience'09

    O Japan Experience foi criado pela Comissão de Jovens da Associação para a Comemoração da Imigração Japonesa no Brasil. A idéia era fazer todo ano um evento até conseguir fazer um evento grande no ano do centenário.

    O centenário já passou. Mas o Japan Experience continua. E para este ano a programação não difere dos anos anteriores: exposições, música, apresentações de Wadaiko (tambores japoneses harmônicos), cosplayers (gente fantasiada de personagens japoneses), workshops, danças, comidas típicas e outras atrações. O foco do evento a partir deste ano é: preservar a cultura nipo-brasileira integrando várias gerações.

    E pra melhorar: o ingresso é "NA FAIXA"!

    JAPAN EXPERIENCE'09

    Datas: 24 e 25 de outubro

    Local: Parque da Juventude - Prédios 1 e 2 (ETEC - Centro Paula Souza)

    Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2630 (Estação Carandiru do Metrô)



    Escrito por AACJ - BR às 06h17
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