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    AACJ - ASSOCIAÇÃO DOS ADEPTOS DA CULINÁRIA JAPONESA


    Sabores de Tóquio - Parte III

    Para visitar o bar em Tóquio, dificilmente a gente tem uma roupa adequada. Mas não precisa se preocupar. Logo na entrada, recebe o traje oficial: roupa para entrar numa fria. Casaco bem grosso e de material que isola o frio. Luvas e botas de neve.

    É como entrar num iglu, ou então, dentro de um cubo de gelo. Se os esquimós têm bar, deve ser assim.

    A decoração é feita de esculturas de gelo. As rachaduras nos blocos formam desenhos como se fossem obras de arte esculpidas pelo acaso durante o congelamento da água.

    Até o balcão e os copos são feitos de gelo. Para contrastar, as bebidas servidas ali são bem coloridas.

    Conforme a gente vai bebendo, o copo vai derretendo e deixando sempre a bebida na temperatura ideal. Outra vantagem é que não precisa lavar o copo depois. Ele é 100% descartável.

    Aos poucos, o gelo se desmancha. Por isso, o bar inteiro precisa ser refeito a cada seis meses. Inclusive os móveis, as mesas, os bancos. O bar tem bancos feitos, naturalmente, de gelo. São cobertos por peles que não servem para muita coisa, porque o banco é muito gelado.

    O bar faz parte de uma rede de hotéis, que já brilharam no cinema. No filme 007, Um Novo Dia Para Morrer, o agente James Bond se diverte no bar do hotel e, depois, claro põe tudo abaixo.

    O gelo vem de longe, da Suécia, onde existe uma fábrica que produz paredes, móveis e também os copos. Tudo retirado das geleiras do país, ou seja, o bar é esculpido na Suécia, desmontado, enviado para o Japão e montado de novo.

    Já imaginou trabalhar aqui? A atendente do bar diz que os funcionários tem que se revezar. Ficam no máximo uma hora, senão as pontas dos dedos dos pés congelam.

    E tem muita gente que gosta de encarar essa fria. Afinal, como diz a japonesa, “é muito diferente e legal, apesar de estar sentindo um frio danado". O gerente explica que os clientes ficam em média meia hora. "O recorde foi de um homem que ficou quatro horas, mas ele entrava e saia o tempo todo".



    Escrito por AACJ - BR às 10h22
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    Sabores de Tóquio - Parte II

    Pensa que é fácil? Dá um trabalho danado ter esse "corpinho elegante". Desde criança, eles passam horas treinando, vivem uma rígida disciplina para se tornarem campeões de sumô, ídolos no Japão e que ganham muito bem.

    E se eles ficam desse tamanho é porque a comida deve ser boa! Para descobrir como eles mantêm essa silhueta, nós visitamos um restaurante de Tóquio que serve comida de lutador de sumô.

    A tradição vem de longe. O restaurante foi criado por Yoshibayama Junnosuke, campeão da categoria em 1954. No prédio, funcionava mesmo uma academia de sumô. O ringue circular onde os lutadores treinavam foi preservado.

    O chanko-nabe é o prato que faz parte da refeição diária dos lutadores de sumô. O nome  basicamente significa uma mistura. São 17 ingredientes. Tem camarão, peixe, ostra, frango, porco, bolinho de peixe...

    Esse "sopão" é cozido na mesa, na frente do freguês. Depois de alguns minutos, está pronto. O chanko-nabe é um prato comunitário, para ser dividido com outras pessoas. E fica bem gostoso, lembra uma sopa ou um cozido.

    O gerente do restaurante diz que a comida na verdade não é muito calórica, já que tem pouco carboidrato e gordura. O chanko-nabe tem muita proteína para fortalecer os músculos. Os lutadores ficam gordos porque comem muito todos os dias e, no almoço, são liberados para tomar cerveja e saquê.

    Muitos fregueses fazem questão de seguir o, digamos assim, "treinamento" à risca: depois de vários copos... Está todo mundo feliz da vida e sem medo de engordar.

    E para que se sintam como lutadores, artistas mostram músicas cantadas nas academias. As letras falam da honra que é ser um lutador de sumô e dos benefícios do chanko-nabe, que, segundo os cantores, aumenta a força e a resistência de quem come.

    Kovalick conversou com um cliente que veio pela primeira vez e disse que gostou. Ele reconheceu que já está um pouco gordinho, mas vai se cuidar para não ficar como um lutador de sumô.

    Quando a gente não aguenta mais comer e pensa que acabou, ainda tem mais! O caldo da sopa é misturado com arroz e ovo batido. Uma mistura de todos os sabores do chanko-nabe.

    Claro que comer assim todos os dias não é uma dieta muito saudável. Os lutadores de sumô vivem em média 10 anos a menos do que o restante dos japoneses, mas, ao menos por um dia, a gente pode experimentar sem o risco de ver a nossa fotografia na parede do restaurante.
     



    Escrito por AACJ - BR às 10h22
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    Sabores de Tóquio - Parte I



    Escrito por AACJ - BR às 10h17
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    Nobu Matsuhisa no Altas Horas

    O apresentador Serginho Groisman entrevista Nobu Matsuhisa, um dos mais conhecidos chefs e difusores da culinária japonesa, dono de 23 restaurantes espalhados ao redor do mundo. Nobu implantou entre os cozinheiros de sua rede a filosofia Nobu: "Não admito cozinheiro sem ambição, prato sem alma nem gerente de cara feia. Alguns de meus funcionários estão comigo desde o começo. Eles são treinados para tentar transformar a ida ao restaurante numa experiência fora do comum. Sempre que isso acontece, o cliente volta."



    Escrito por AACJ - BR às 13h05
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    Japão empata com França em ranking gastronômico

    Os chefes japoneses precisam agradar a uma clientela exigente e sobreviver à concorrência. Nenhuma cidade do mundo tem tantos restaurantes, são 160 mil. E a quantidade produziu qualidade.

    Uma sugestão para quem topa viajar para bem longe: Tóquio, a capital que tem mais restaurantes três estrelas no guia Michelin - referência mundial para hotéis e gastronomia. Em 2010, o Japão conseguiu empatar com a França no ranking.

    Como um mágico, a mão é mais rápida do que a vista. Como um artista, só há satisfação diante da perfeição. Os chefes japoneses precisam agradar a uma clientela exigente e sobreviver à concorrência. Nenhuma cidade do mundo tem tantos restaurantes, são 160 mil. E a quantidade produziu qualidade.

    Os chefes dos melhores restaurantes japoneses não fazem questão nenhuma de aparecer em guias internacionais. Já têm uma clientela fixa e fiel. Para quem não fala japonês, é quase impossível fazer reservas ou mesmo achar o restaurante. Um deles, por exemplo, escondido atrás de um muro preto. Se não fosse esta placa em japonês, ninguém diria que aqui existe um restaurante. É uma dessas joias da gastronomia que aos poucos o mundo está descobrindo.

    Entrar no restaurante do chefe Ideki Ishikawa - três estrelas no guia Michelin - é como entrar na casa dele para uma jantar para o qual ele convidou poucos amigos. Ali só cabem oito pessoas no balcão. E há quatro pequenas salas privadas. Com poucos clientes, o chefe atende pessoalmente cada um deles.

    Aqui não escolhemos o que comer. É o chefe quem escolhe. Ela serviu fugu, que em português quer dizer baiacu: um peixe que se não for bem preparado mata quem come.

    Fugu é um simpático peixe, que costuma ser bem caro nos restaurantes japoneses. O gosto é semelhante ao de outros peixes brancos. A diferença é a expectativa. Só de saber que é perigoso já muda o sabor.

    Uma das principais características da cozinha japonesa é a escolha rigorosa dos ingredientes. Como um pedaço de badejo. Os pratos são servidos crus ou com poucos condimentos; precisam ser absolutamente frescos para preservar todo o sabor.

    Para conseguir isso também é necessário ter o arsenal adequado: o chefe tem mais de 20 facas, uma para cada tipo de peixe. Ele explica que, se usar a faca errada, a maioria dos clientes nem vai perceber, mas isso muda sutilmente o sabor do peixe. É uma falha. Mesmo pequena, é imperdoável.

    O que vem à mesa é uma linda sequência de pratos: elaborados como se fossem pequenas joias, deliciosas e surpreendentes.



    Escrito por AACJ - BR às 20h41
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